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Graduado em Artes Cênicas, Teologia e Ciências Sociais. Mestre em Sociologia e Direito pela UFF e Doutor em Sociologia pelo IESP-UERJ. Pesquisador de Relações Raciais no Brasil, Sociologia da Religião e Teoria Sociológica. Professor de Sociologia e Metodologia Científica do IFES - Instituto Federal do Espírito Santo.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

"Osama Bin Laden is dead!! Really?!"

Os estadunidenses são o povo mais crédulo que já se viu. Sabido é que algo assim tem o seu lado bom, mas tem vezes que isso chega a fazer doer a alma, de tão ruim e malévolo que é. Acreditar que mataram o Bin Laden, e que o corpo foi jogado ao mar, sem prova alguma, ficando apenas um exame de DNA, que tem de obrigatoriamente dar positivo, é, no mínimo, a ingenuidade do milênio!
Se tivessem mesmo matado o sujeito, teriam feito como fizeram com o Che Guevara e com o Saddam Hussein; mostrariam o rosto como prova e troféu! Afinal, Osama Bin Laden é a pessoa mais procurada do mundo! Alguém em sã consciência jogaria no mar a prova de um feito histórico dessa magnitude?!
A crise econômica e de credibilidade dos EUA faz com que eles precisem de guerras e invasões descabidas a países ricos em petróleo. Assim também, a reeleição de Barack Obama, para dar certo, precisa que ele tenha um "fato político bombástico" a oferecer.
Pode ser que Osama Bin Laden até já estivesse morto há tempos, sendo que seria preciso usar isso no momento "mais adequado". Nenhum país é o hegemon por acaso, é óbvio. Que força teria falar da morte do Osama em plena eleição do Obama, por exemplo? Seria jogar "carta boa" fora! Portanto, ou ele já estava morto e os caras, espertos como quando assassinaram o próprio presidente deles, o John Kennedy, guardaram a notícia, ou ainda está vivinho da silva e fez acordo para "desaparecer para sempre", como o acordão que fizeram para a Al Qaeda escapar dos EUA em pleno dia da derrubada das torres gêmeas! Talvez seja esta uma hipótese bem remota, pois um dia ele desejaria aparecer para calar os EUA acerca de sua "morte inventada" e aquele país não teria mais lugar de crédito no mundo, de tão avacalhado que seria.
Mais acertada, pois, parece ser a primeira opção; Osama já estava morto e eles precisavam do momento certo para publicizar isso, a fim de que valesse alguma coisa, como agora valerá ao Obama, "o libertador da América", a reeleição, mesmo tendo perdido a grande maioria nas cadeiras legislativas! Os alienados de plantão (eterno plantão, parece-nos) "caem na pilha" dessa história inventada, mas quem lê algumas importantes coisinhas já consegue exercitar um pouco mais o cérebro, chegando até a colorir o coração de vermelho. Aqui em casa, por exemplo, "notícia" deste naipe não rola mais, pois a apatia que gerava alienação foi mortificada pelos livros e pela crítica leitura da vida.

liberdade, beleza e Graça...

Ps: Como o texto aqui já tinha "profetizado", o exame de DNA deu POSITIVO.
Ps II: Benazir Bhutto, que tinha anunciado que Bin Laden estava morto, já em 2007, foi também morta. Agradeço a excelente e oportuna contribuição do meu grande amigo Willen. http://english.pravda.ru/world/asia/15-01-2008/103426-benazir_bhutto_osama-0/